Santinho de Papel para promessa com Oração 13 Almas
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Santinho com Oração 13 Almas Benditas

Santinho com Oração 13 Almas Benditas

 
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Santinhos com Oração 13 Almas Benditas.
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Impresso em papel couchê 90g (fino) - colorido frente e verso.
Tamanho 7x10cm.

Santinhos de papel para promessas ou para promoção e propagação da fé.

A oração está impressa exatamente da maneira como na imagem.
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Características



    HISTÓRIA DE 13 ALMAS
    (trecho de entrevista realizada com Frei Luiz Antônio Pinheiro, Vigário Episcopal para Pastoral da Arquidiocese de Belo Horizonte e Professor de Teologia e História do Cristianismo da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e do Instituto Santo Tomás de Aquino, para o Jornal Interagindo com Fátima)

    No que consiste a devoção conhecida como "Treze Almas"?

    Frei Luiz: A versão mais autorizada das "Treze Almas" ou "Treze Almas Benditas" está relacionada com as vítimas do incêndio do Edifício Joelma em São Paulo na década de 1970. Muitas vítimas tiveram os corpos reconhecidos. No entanto, treze pessoas ficaram presas num elevador, morrendo carbonizadas. Seus corpos não foram reconhecidos. Numa primeira fase, começaram as orações pelo eterno descanso dessas almas. Numa segunda fase, começaram as orações de intercessão, acreditando que, por estarem no purgatório, e devido ao tipo de morte que tiveram, teriam um especial poder junto de Deus. É muito comum encontrarmos nas intenções das missas essa devoção, ainda que não autorizada pelas autoridades eclesiásticas. No entanto, no meio do povo ela existe, mesmo que não se saiba exatamente como começou e quem sejam essas "Treze Almas".

    JIF - Do ponto de vista litúrgico, como o catolicismo celebra a devoção às almas?

    Frei Luiz: A Igreja afirma a fé na ressurreição de Cristo, "primícia dos que morreram". A morte não tragou a humanidade, a bondade, o amor e a obra de Jesus. Ele venceu com sua morte na cruz o aguilhão, a força de maldade que está na morte. E Deus Pai disse seu sim definitivo à vida e obra de Jesus ressuscitando-o dos mortos. A fé na ressurreição significa que "Jesus está vivo"; "Ele está no meio de nós"; Ele continua agindo na sua comunidade de fé através do Espírito Santo. A fé na ressurreição é o testemunho dos primeiros discípulos e discípulas que com Ele conviveram. Essa fé transmitiu-se de geração em geração, fundando continuamente a Igreja de Jesus Cristo. Nele os cristãos creem que também ressuscitarão para a vida que em Deus nunca termina (cf. 1 Cor cap. 15).

    A primeira devoção aos falecidos na vida da Igreja se deu em relação aos mártires (as testemunhas autorizadas que derramaram seu sangue pela fé em Cristo). O dia de seu martírio começou a ser celebrado como o dia de seu verdadeiro nascimento. Após a época dos mártires, do séc. IV em diante, a Igreja começou a venerar também as pessoas que tiveram uma vida exemplar, distinguindo-se pela sua fé, esperança e amor – são os Santos e Santas. As "almas" purificadas desses Irmãos e Irmãs participam da mesa do banquete do Reino eterno:"bem-aventurados os puros de coração porque verão a Deus" (Mt 5,8). A firme esperança dos cristãos é que também todos os que procuraram viver os valores do Evangelho estarão junto de Deus, gozando de sua paz. Essa convicção é rezada, celebrada na vida da Igreja, na Liturgia, nas Exéquias (celebração da Páscoa dos falecidos) e na Eucaristia, a Santa Missa. Ao rezar pelos falecidos, a Igreja reconhece, em primeiro lugar, a bondade e a misericórdia de Deus que se realiza na ressurreição daqueles que aceitam e vivem seu projeto de amor.

    Rezar pelos defuntos não é uma forma de forçar Deus a levá-los para o céu. A salvação é pura bondade, gratuidade e liberdade de Deus que, em Jesus Cristo, acolhe em seu meio aqueles que orientaram a sua vida pelo bem, pela prática da justiça e do amor. Nesse sentido, através de sua intercessão, os que partiram oram pelos que ainda peregrinam nessa vida. Essa conexão maravilhosa e misteriosa entre "os que estão aqui e os que estão lá", nós professamos no credo, através da expressão "creio na comunhão dos santos", vale dizer, "das coisas santas", "das realidades santas".

    fonte:http://www.paroquiansfatima.com.br/site/index.php/reflexoes/254-devocao-as-almas-entrevista-com-frei-luiz

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