Santinho de Papel para promessa com Oração da Santa Cruz
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Santinho com Oração da Santa Cruz

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Santinhos com Oração à Santa Cruz.
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Impresso em papel couchê 90g (fino) - colorido frente e verso.
Tamanho 7x10cm.

Santinhos de papel para promessas ou para promoção e propagação da fé.

A oração está impressa exatamente da maneira como na imagem.
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Características



    DEVOÇÃO À SANTA CRUZ
    Invenção da Santa Cruz: Depois da morte de Jesus Cristo Nosso Senhor, os primeiros cristãos se dispersaram, tangidos pela perseguição. E quando conseguiram reorganizar-se, em Jerusalém, ninguém mais sabia onde se encontrava a Cruz de madeira, em que Ele morreu. Passaram-se assim mais de 300 anos. Já havia cristãos pelo mundo todo e, havia o desejo imenso de conhecer de perto o instrumento material da morte de Nosso Senhor.

    A mãe do Imperador Constantino, Santa Helena, com os recursos que tinha, conseguio localizar a verdadeira Cruz, identificada por milagres que aconteceram no dia da sua “invenção” quer dizer no dia do seu encontro. Os cristãos ainda mais intensificaram sua espiritualidade e devoção à Cruz de Nosso Senhor. A Igreja orientava e estimulava, mas surgiram no meio do povo muita outras orações e celebrações voltadas para a paixão, tendo a cruz como centro.

    Assim foi que surgiu também, não se sabe quando, mas certamente muitos anos atrás, a Devoção e o Exercício da Invenção da Santa Cruz. Esta se realiza no dia 2 e 3 de maio. Esta é realmente um exercício penitencial e ao mesmo tempo uma profissão de fé. No dia 02 faz a preparação rezando cem ave-maria manifestando a nossa devoção a mãe de Jesus e no dia 03 faz-se o exercício penitencial e a profissão de fé.

    Esse exercício espiritual em que ajoelhamo-nos, beijamos o chão, persiginamo-nos e rezamos cem (100) ave-maria nós reconhecemos a nossa condição de pecadores, a grandeza e a misericórdia de Deus e nos comprometemos a viver de acordo com o projeto de Deus renunciando a Satanás e a todas as suas seduções.

    Oração que orienta o exercício Inventório da Santa Cruz:

    "Nos campos de Caifás com o inimigo da Cruz encontrarás, arreda e afasta-te de mim satanás tu comigo não tens conta deixa minha alma passar em paz porque no dia da invenção da Santa Cruz cem vezes me ajoelhei, cem vezes o chão beijei, cem vezes me levantei, cem vezes me persignei pelo sinal da Santa Cruz livrai-nos Deus nosso Senhor dos nossos inimigos, cem ave-maria rezei cem na véspera e cem no dia me recomendando a Deus e a Virgem Maria, ave-maria cheia de graças o Senhor é convosco bendita sois vós entre as mulheres, bendito é o fruto do vosso ventre Jesus. Santa Maria mãe de Deus rogai por nós pecadores agora e na hora de nossa morte. Amém. Cem vezes o cão arreneguei. Arrenego de ti satanás".

    Embora de origem popular, esta devoção e este exercício penitencial seguem bem de perto a linha da espiritualidade do povo cristão, sobretudo entre nós no século passado. Foi o tempo em que se valorizava mais o sentido da penitência corporal, buscando na paixão de Nosso Senhor o seu paradigma. Era o sentido da expiação dos pecados pelo sofrimento, Nosso Senhor "pagando" pelos nossos pecados, tirando o pecado do mundo. E isto em luta aberta contra o demônio que escraviza o mundo justamente por este mesmo pecado. Era certamente a ressonância da pregação missionária do tempo, voltada sobretudo para a mortificação dos sentidos, e uma viva consciência da ação do demônio, pela tentação. E que ainda lembra a própria fórmula do batismo, quando expressamente se faz renuncia ao demônio e as suas seduções.

    Festa da Exaltação da Santa Cruz: Esta realiza-se do dia 05 ao dia 14 de setembro. Esta é a maior festa do Santuário marcada pela espiritualidade do despojamento de um Deus que assumiu nossa condição humana e se entregou por amor, aceitando ser pregado e morrer na cruz mas que ressuscitou vencendo a morte garantido-nos assim a ressurreição.

    ORIGEM DA FESTA DA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ

    A festa litúrgica que se celebra em 14 de Setembro, chama-se a Exaltação da Santa Cruz, e  chamava-se no rito Romano o Triunfo da Santa Cruz.

    Esta celebração evoca dois factos históricos :

    1) O imperador Constantino mandou construir em Jerusalém uma basílica no Gólgota e outra no Sepulcro do Cristo ressuscitado.
    A dedicação dessas basílicas realizou-se em 13 de Setembro de 335.
    No dia seguinte, 14, lembrou ao povo o significado profundo das duas basílicas, mostrando o que restava do lenho da cruz do Salvador.
    Daqui nasceu a celebração deste acontecimento no dia 14 de Setembro que ainda existia em Roma no século VII.

    2) Heráclio venceu os persas em 630, e o imperador arrebatou as relíquias da Cruz, que foram solenemente levadas para Jerusalém.
    Desde então a Igreja celebra neste dia 14 de Setembro o dia do Triunfo da Santa Cruz, que é instrumento e sinal da nossa salvação.
    O uso litúrgico que requer a Cruz próxima do altar quando se celebra a Missa, representa uma evocação da figura bíblica da serpente de bronze que Moisés elevou no deserto; Contemplando-a, os hebreus, que atravessavam uma crise de fé, voltavam-se para Deus, reconheciam a omnipotência divina e, mordidos pelas serpentes, eram curados.

    INVENÇÃO DA SANTA CRUZ

    Associado com Constantino na promoção de objectos sagrados, num lugar de maior importância está sua mãe, Helena, zelosa promotora do Cristianismo.

    Em 326, já com cerca de 70 anos, foi para Jerusalém.

    Enquanto esteve em Jerusalém, fundou igrejas em lugares que se presumiam de maior importância, por se relacionarem com a vida de Jesus.

    Foi ela que, com a ajuda de alguns cristãos, descobriu o lugar que se chamava o Gólgota e a cave onde Jesus tinha sido sepultado.

    Aí edificaram uma Basílica em 335, da qual há apenas algumas ruínas.

    A que hoje existe, a Basílica do Santo Sepulcro, data do século XII.

    As obras de Helena fizeram de Jerusalém um centro de grandes peregrinações.

    Segundo uma lenda, Helena teria descoberto dentro da mesma cave algo de mais importante que o lugar da sepultura, a cruz de Jesus.

    É por isso que se chama a Invenção ou o encontro da santa cruz.

    Isso teria sido, segundo a tradição, em 3 de Maio de 326.

    Segundo uma versão desta história, foram encontradas três cruzes e, para determinar qual seria a verdadeira de Jesus, Helena colocou um corpo morto sobre a primeira e nada aconteceu; colocou-o sobre a segunda e nada aconteceu; colocou-a sobre a terceira e o corpo ganhou vida, pelo que Helena teria concluído que era essa a verdadeira cruz de Jesus.

    Helena guardou pedaços dessa cruz e alguns cravos.

    Com intenção de proteger a sua nova cidade - Constantinopla - Constantino, mandou colocar dentro de uma estátua sua, os pedaços da Cruz de Jesus,  e com os cravos mandou preparar as  amarras do seu capacete.

    Mais 350 relíquias da cruz de Jesus foram enviadas para muitas Igrejas do Império Romano.

    Como consequência destas tradições cristãs, desenvolveram-se outras que se prolongaram pelos séculos.

    O sinal da cruz que fazem os cristãos sobre a sua testa é um ato de fé no poder da cruz.

    A vitória de Constantino contra Maxêncio sobre a ponte de Milvian, foi atribuída à cruz que na véspera viu Constantino com estas palavras in hoc signo vinces (por este sinal vencerás).

    Durante muito tempo se celebrou na Igreja a festa da Invenção da Santa Cruz em três de Maio e ao Brasil se chamou a Terra da Vera Cruz, por ter sido avistada em 22 de Abril de 1500 e provavelmente se teriam feito os primeiros desembarques em 3 de Maio, o que mostra que já nessa altura era bem conhecida a festa da Santa Cruz porque já se celebrava em Portugal, ou Invenção da Santa Cruz.

    Presentemente celebra-se a festa da Exaltação da Santa Cruz em 14 de Setembro.

    fonte: http://santuariosantacruz.org/festas

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