Santinho de Papel para promessa com Oração de Santa Efigênia
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Santinho com Oração Santa Efigênia

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Santinhos com Oração de Santa Efigênia
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Impresso em papel couchê 90g (fino) - colorido frente e verso.
Tamanho 7x10cm.

Santinhos de papel para promessas ou para promoção e propagação da fé.

A oração está impressa exatamente da maneira como na imagem.
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Características



    HISTÓRIA DE SANTA EFIGÊNIA OU SANTA IPHIGÊNIA
    Santa Efigênia filha de pais gentios, príncipes e senhores do Reino da Núbia, que jazia, como todos os seus habitantes mergulhados nas trevas do paganismo. Esta circunstância seria um péssimo prognostico para Efigênia se aqui não entrasse o dedo de Deus com sua infinita misericórdia. Haviam decorridos já oito anos após a gloriosa ascensão do Nosso Senhor Jesus Cristo, quando penetrou no Reino da Núbia o claríssimo resplendor da luz da Fé. O portador da nova Lei neste reino e em outros reinos da Etiópia foi o Apóstolo e Evangelista São Mateus, destinado a implantar a nova crença nestas regiões. Mateus dirigiu-se, primeiramente a Noba, metrópole do Reino e Pátria de Efigênia. Eram coadjutores do apóstolo alguns carmelitas, que o acompanhavam nesta missão com o intento de estabelecerem na capital da Núbia, a fé cristã e a vida monástica.

    Logo que o apóstolo começou a pregar, não só foram mal recebidas suas palavras como também ele foi tido como louco por aqueles infiéis. Só a princesa Efigênia resolutamente se inclinou a notícia de um só Deus verdadeiro, que lhe dão alguns amigos do apóstolo e se dispõe a detestar a falsidade do paganismo que agora parece repugnante ao seu esclarecido entendimento. Porém, havia o demônio introduzido na capital da Núbia. Dois malévolos e fraudulentos homens que, reputados por Sumos Sacerdotes dos Ídolos, e como tal, ditavam aos ignorantes os seus falsos oráculos; e eram não só respeitados dos vassalos mas até temidos pelos soberanos. Quando se certificaram da chegada e do intento do Apóstolo Mateus, desconfiados dos resultados que haviam de prosseguir com a Nova Crença já tão cara a Princesa Efigênia, começaram a espalhar por toda a Corte incessantes queixas com o soberano, que em vilipêndio dos pátrios deuses, admitia no reino pessoas como o apóstolo que ultrajava os seus deuses! Chegaram a persuadir o Rei de que os deuses irritados só poderiam ser aplacados com o sacrifício de Efigênia, e os estragos vacinados contra Núbia só poderiam ser conjurados se e quando a Princesa Efigênia fosse consumida dentro de um odorífero e sagrado incêndio, e oferecida aos deuses. Ouvida atentamente a persuasão daqueles impostores, determinou-se o Rei a fazer a sua diabólica vontade.

    Destinada às chamas de uma fogueira como vítima dos falsos deuses, soube Efigênia aguardar o tempo do sacrifício e oferecer-se como hóstia ao verdadeiro Criador. Animada pelo Apóstolo com a certeza de sua vitória sobre os acérrimos inimigos, recebeu sua benção e, intrépida, pôs-se a esperar a hora do combate. Ergueu-se uma aparatosa fogueira de troncos e odoríferos, e plantas aromáticas em forma de um trono. No momento em que a chama com violência se ateou às madeiras, levantou a Princesa Efigênia a voz, e invocando altamente, segundo instrução do Apóstolo, o sagrado nome de Jesus! De repente, desceu dos céus ao Templo, um anjo que inesperadamente arrancou a Princesa das mãos dos verdugos, tornando-a invisível aos olhos dos seus inimigos!

    Efigênia após o portento de sua miraculosa libertação, redobrava seus esforços e crescia cada vez mais em zelo pela introdução da Fé Cristã no palácio real e em toda a Núbia. Efigênia já estava suficientemente catequizada e tinha a Fé necessária para receber o batismo, mas o santo Evangelista por inspiração divina diferiu para melhor oportunidade a sua celebração. A Divina Providência dispôs as coisas de forma que o Apóstolo tinha a oportunidade para administrar à sua discípula o primeiro de todos os sacramentos, pois não havia obstáculo algum. Com o milagre que o Santo fez a favor desta gente, que era muito tímida, livrando-a do flagelo dos dragões, o povo começou a dar maior crédito às palavras do Apóstolo, porém confirmaram-se muitos na fé quando viram São Mateus ressuscitar o filho do Rei, e Príncipe Real, o que não puderam fazer os Sacerdotes dos falsos deuses. O Rei e a rainha converteram-se com toda a casa real e a nobreza, e uma grande parte do povo imitou o seu exemplo. Foi então que o apóstolo determinou a celebração do batismo de Efigênia e no dia prefixado, com toda a solenidade, foi a formosa Efigênia regenerada nas águas do batismo. Assinalada com o sinal da cruz na fronte e no coração, Efigênia glorificou Deus constantemente e O trouxe sempre no coração. A realização do compromisso solene, que a Princesa da Núbia tomou no seu batismo, foi tanto mais meritória, quanto sua posição social, que lhe dava mais freqüentes ocasiões de triunfar no mundo. Efigênia sempre fiel às obrigações do batismo, jamais desmentiu as promessas que fez a Deus e nem o demônio, nem o mundo e suas vaidade, tiveram jamais entrada no seu coração. Estando, finalmente vencidos os inimigos da fé e estabelecida na Núbia a Igreja de Jesus Cristo, começou santa Efigênia a ser, naquele místico Céu da Igreja nascente, um sol de santidade. Exercitava todas as virtudes com reta intenção de agradar ao seu Deus e Senhor, Àquele que amava sobre todas as coisas. Oh! como era admirável o zelo, a dedicação de Efigênia para que Jesus Cristo fosse de todos, cada vez mais conhecido e amado. Eis porque Efigênia não se contentava com amar a Deus, mas queria que todos O amassem e servissem. Era esse zelo intenso que lhe causava no espírito um santa aflição de descobrir como servir ao Divino Mestre da melhor forma. Lutando com este suave desassossego, foi um dia maravilhosamente arrebatada e recebeu de Jesus Cristo, seu único e amabilíssimo Bem, a seguinte revelação: " Efigênia, se pretendes saber o modo conveniente de me servires, conforme a minha Divina Vontade, faz-te generalíssima de um exército de Virgens pobres, obedientes e castas, que renunciando voluntariamente, ao século, consigam o inestimável brasão de serem esposas Minhas, sem detrimento de sua inviolável pureza". Grande foi a dedicação e generosidade de Efigênia em cumprir a ordem que recebeu de seu Divino Esposo. É inexprimível a perfeição com que Efigênia consagrou ao Senhor toda a sua liberdade, e a prontidão com que obedecia aos Conselhos Divinos era insuperável. Grande era o zelo de Efigênia em conhecer e cumprir a vontade de Deus.
    Tendo o evangelista Mateus explicado a Efigênia o verdadeiro sentido da revelação divina com que acabara de ser favorecida, não duvidou Efigênia do que lhe cumpria fazer. Sem perda de tempo, declarou-o a seus pais e providenciou a construção de um edifício que ia ser a morada daquele Exército de Virgens. As donzelas nubienses atraídas pela virtude de Efigênia e convencidas do que lhes declarava a ilustre Princesa, bem depressa se lhes mostraram deliberadas a segui-la nesta empresa. Era preciso uma eloquência mais que humana para declarar o que se passou na Profissão Religiosa de Efigênia. Chegado aquele faustoso dia e preparado tudo no Templo, esperava São Mateus a hora que a Princesa Núbia entrasse, para celebrar com o Divino Esposo as desejadas núpcias. Perante todos, na presença de seus augustos pais, da Nobreza e do povo, genuflecta e humilde Efigênia ouviu a pregação de São Mateus sobre a excelência das três virtudes angélicas (obediência, castidade e pobreza) e estavam presentes os Carmelitas, coadjutores de São Mateus. Deles recebeu a exemplaríssima Regra que entregou a Efigênia para seguir e fazer o seu Régio Convento Carmelita. O santo Apóstolo investiu Efigênia o hábito preto e a capa branca da sagrada ordem da Religião do Carmo. Santa Efigênia excedia à todas as religiosas nas obras, sendo para todas um verdadeiro e fiel modelo de perfeição. Era o Evangelho vivo e pondo nela os olhos, as religiosas não careciam de outros exemplos. Era na Ordem das Carmelitas Pobres, uma árvore frondosa carregada de graças, de bençãos e de merecimentos. Mas para Efigênia soou a hora de sua provação. Seu coração terno e meigo despedaçou-se ao saber da morte de seus progenitores. Ela os amava com tanta ternura que deu livre curso às suas lágrimas. Porém, a sua fé viva e seu fervor angélico de novo lhe fizeram considerar que era Deus quem assim o quis, e longe de murmurar, ela beijou a mão paterna que só fere para sarar. Em breve a perseguição e a ingratidão vieram se juntar à amargura de suas mágoas. Havia na corte um altivo e ardiloso Príncipe, irmão do falecido tio de Efigênia, chamado Hirtaco. Este levantou-se violentamente contra a herdeira da corte e arrebatou das mãos de Eufrônio, irmão de Efigênia o Cetro de Monarca da Núbia. À vista de tão abominável insolência, ficou Efigênia ao lado de seu irmão, visto saber a intenção do usurpador, que era tirar a vida de seu irmão Eufronio. Outro golpe mais cruel e desumano veio aumentar o mar de tribulações com que lutava Efigênia. O seu mestre São Mateus cai morto junto ao altar-mór onde celebrava o Santo Sacrifico, transpassado pelo gládio assassino do intruso Rei da Núbia. Mateus não quis aprovar a pretensão de Hirtado e foi o que bastou para receber a coroa do martírio. Efigênia esperava também que lhe fosse dado segui-lo, na glória do Martírio, porque tendo rejeitado com firmeza a proposta do tirano de aceitá-lo como esposo, entendia que o castigo de tão virtuosa resistência havia de ser o seu sangue derramado. Deus porém estava empenhado nos triunfos da invencível Princesa, como mostrou a seguinte maravilha: O tirano mandou por fogo no Convento onde a santa Princesa residia com suas companheiras. As armas de defesa que tomou forma foram as orações:

    Pediu a Deus, não a conservação de sua vida, mas o castigo de Hirtaco, que merecia pela irreverência que fazia ao Sagrado Templo. Imediatamente com assombro geral se extinguiu e desapareceu das paredes do Convento o artificioso incêndio, e por mão invisível se ateou fogo no Palácio do Tirano, uma chama tão repentina e forte que em breve o palácio e o templo foram reduzidos às cinzas, deixando nele apenas as ruínas.

    O povo em vista de tal maravilha, cheio de alegria e consolação, corre ao Convento a dar graças a Deus e a felicitar Santa Efigênia pelo triunfo, proclamando-a libertadora da Núbia! Desde então foi tida e invocada como Advogada contra os incêndios!

    A morte para uma fiel esposa de Jesus Cristo é a união completa com o seu bem amado. Para a gloriosa Santa Efigênia chegara o momento de unir-se ao seu querido esposo. Como São Paulo, ela havia combatido o bom combate. À semelhança de Francisco de Assis, ela só vivia para Jesus. Vivendo toda absorta em Deus, a bem aventurada donzela teve do Céu um aviso de que era chegado o tempo de passar das trevas do mundo à claridade do Paraíso, feliz pátria dos justos! Recebeu Efigênia esta notícia com a mais agradável e jubilosa alegria. Nada mostrou de tristeza. Começou a dispor de tudo , até que uma aguda e mortal enfermidade serviu para todas as suas companheiras de aviso de que a sua Mestra e Prelada, dentro em breve não mais seria deste mundo.

    Já nas últimas semanas de sua vida, a auréola dos Santos brilhava ao redor de sua fonte. Recebeu toda a ternura e a devoção do Sagrado Viático. Permaneceu absorta em contemplação durante todo o dia, e como que inebriada por esse sangue de Vida que pela última vez na terra, acabava de haurir.

    Exalou seu puríssimo espírito, tomando dele posse o Divino Esposo, para colocar na Glória. Um perfume suave espalhou-se imediatamente por todo o Convento. Ouvia-se nos ares, um coro de vozes celestiais, cantando as palavras: "Abandonei o reino do mundo pelo amor do Nosso Senhor Jesus Cristo " Regnun Mundi contempsi, propter amorem Domini Nostri Jesus Chiristi".

    Santa Efigênia é a padroeira dos militares e em Belo Horizonte, Minas Gerais, no bairro de Santa Efigênia temos uma igreja com o seu nome "Matriz de Santa Efigênia dos Militares". Sua festa é celebrada no dia 21 de setembro.


    Fonte: http://www.cademeusanto.com.br/santa_efigenia

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